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do amor inconvencional.

Se alguém nos procura, livre do peso do interesse instrumental, para simplesmente conversar sobre assuntos da banal existência humana, isso é uma declaração de amor. Uma espécie de amor livre, não convencional, despido da matemática da partitura. É como interpretar música de ouvido. Talvez nunca nos tornemos executantes com perfeição irrepreensível, mas ninguém nos retirará o prazer da fruição da plenitude do sentir e da partilha. O passar do tempo tem-me ensinado a dar primazia a esse amor inconvencional. O instrumento do amor é a partilha, e é preciso ter as unhas do arrojo prontas para o tocar.

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